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De amor à inspiração: Um pouco sobre Juliana D’Agostini

 

“Pra mim, o maior objetivo da música, é fazer com que ela se comunique diretamente com o sentimento das pessoas.” (Juliana D’Agostini)


Se existe uma palavra que define Juliana D’Agostini, esta é paixão. Aos 30 anos, 25 deles dedicados à música, ser regida pelos sons com convicção e entusiasmo a transformou na maior revelação do piano de sua geração.

Reconhecida como uma das mais importantes pianistas da atualidade, D’Agostini acumula importantes prêmios internacionais e passou pelas mais prestigiosas escolas de música clássica do mundo, dentre elas a Juilliard School – Nova Iorque, New England Conservay – Boston, Conservatorie de Paris, Hochschule für Musik “Hanns Eisler” – Berlin, Arizona State University – Arizona e USP no Brasil.

Determinada, o caminho percorrido para atuar em salas de concerto como o Carnegie Hall exigiu dedicação e disciplina daquela menina que aos cinco anos se apaixonou pelo piano.

Inspirada pelos grandes gênios da música, Juliana assumiu o compromisso de transmitir o legado de grandes compositores – Chopin, Liszt Rachmaninoff e outros – à nova geração. “É necessário que alguém mantenha a tradição da música de concerto viva no Brasil”.

Juliana vem inspirando milhares de crianças a conhecerem a arte de seu instrumento. “O piano é uma extensão do meu corpo. Com ele vivo a experiência do amor incondicional e quero transmitir isso aos futuros pianistas.”

Além da atuação em salas de concerto, a metodologia de ensino de Juliana já atinge milhares de crianças e adolescentes. Nesses projetos a artista difunde a cultura buscando cultivar os melhores pianistas do amanhã, defendendo a educação musical na vanguarda da tecnologia e construindo um público jovem através de experiências de música ao vivo.

A discografia da artista abrange obras de grandes compositores como Chopin, Liszt, Grieg, Cesar Franck, Villa-Lobos, Vieuxtemps, Stravinsky, Rachmaninoff, Fauré e Nino Rota que são defendidos com convicção e excelência técnica.

O projeto “crossover” de D’Agostini cria pontes musicais entre a música erudita e outros estilos musicais, obtendo assim novos significados, perspectivas e caminhos para sua obra.

O novo lançamento de Juliana vem ao lado do violinista e spala da OSESP Emmanuele Baldini, pela Sony Music, com obras de Stravinsky e Fauré.


O que falam de Juliana


“Juliana D’Agostini faz parte dos novos talentos da música clássica. Ela demonstra perfeito entrosamento com a técnica pianística, tem alto nível de interpretação e talento fora do comum.”

Júlio Medaglia, maestro


“Das últimas e inúmeras gravações que tenho ouvido da Sonata em lá maior, de Cesar Franck, poucas têm me causado impressão maior do que a execução do violinista Emmanuele Baldini e da pianista Juliana D’Agostini. Tudo nela é claro e bem delineado, sem nenhuma concessão ao romantismo vulgar, o tema cíclico é sempre exposto de forma harmoniosa e reflexiva.”

Isaac Karabtchevsky, maestro


“Não deixe o preconceito se levar pelo rosto de modelo, ou por sua fala franca e juvenil; de ‘louraburra’ ela não tem nada, como mostra o difícil programa de seu disco de estreia, que ela defende com empenho e convicção”

Irineu Perpétuo, Folha de São Paulo


“Juliana é extremamente rápida com os dedos. Além disso, é uma ótima intérprete: sabe reproduzir a graciosidade de Villa-Lobos e o peso de Bach.”

João Carlos Martins, pianista e maestro


“Juliana encanta pela maneira com que supera fraseados complicados – no caso de Liszt – e pela suavidade de seu toque. E pensar que Juliana trabalhou como modelo para poder bancar seus estudos de piano.”

Sérgio Martins, Revista VEJA

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